Em destaque

IMPACTO DO ISOLAMENTO

Este ano, até o dia 14 de março, quando suspendemos nossas atividades em função da quarentena, a Casa Preta havia (re)iniciado lentamente sua programação depois de um tempo parada por conta de uma reforma.  Rolou o “Circuito Casas”, com 7 espetáculos diferentes, rolou “Oficina Proibidona” – um super treino de funk ousado e aeróbico ao som dos ritmos dos bailes do Rio , a voz doce de “Rodrigo Ciampi”, o som de “Fatel”, o poder dos “Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras”, a “Manifesta Coletiva”,  o papo “Segurança Pública na Bahia: o papel da sociedade civil”, e por aí vai.  Mais de mil pessoas passaram pela Casa nesse início de ano, mesmo com a estrutura “meia boca”, naquele esquema de “obra quase terminando”.  

Estávamos nos preparando para uma reabertura (de dois em dois anos tem uma, porque a gente sempre tá “em obra” e quando a obra acaba, a gente reabre) quando então veio esta outra obra (a do destino) e nos obrigou a parar de vez.  Foram canceladas a estreia e apresentações  de “A Última Noite”, texto de Hayaldo Copque com direção Guilherme Hunder e os queridos Fernando Antônio e Vivianne Laert no elenco; a temporada de “Nas Encruza”, de Leno Sacramento, o lançamento do livro “Cinco Voltas na Bahia e Um Beijo para Caetano Veloso”, da escritora portuguesa Alexandra Lucas Coelho, a performance “Burcas”, de Lene Nascimento e, por fim, a “inauguração oficial” da nossa nova sala: a “Sala Ivana Chastinet” – que também ficou pra depois. Tudo isso aconteceria entre março e abril. E acontecerá mais pra frente, com certeza!

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JUNHO! AI, SÃO JOÃO, XANGÔ MENINO!

Dois anos sem São João. Mas a gente quer sacudir a poeira e dar a volta por cima. Estamos felizes. Ficando felizes, ao menos. A programação de junho tá massa, bem diversificada, e nosso Arraiá tá de volta! Essa festa, que durante três anos fez o Dois de Julho parecer ainda mais com o interior da Bahia, que fez tanta gente se encontrar na esquina da Areal de Cima com ela mesma, ali, no cantinho entre as três fachadas fechadas e o portão de ferro cerrado. Uma esquina de onde crianças e adolescentes, infantes, saíram para guerrear usando nossa maior arma: a arte, o teatro. São João, Xangô Menino.

Que junho chegue cheio de bandeirolas coloridas! Que a rua seja, de novo, o nosso maior palco! Que “a porta aponte para dentro e para fora” e que seja o riso, a prosa, a música, a festa, os (re)encontros, os beijos e abraços, de novo, os nossos maiores aliados!

Viva São João, viva o milho verde
Viva São João, viva o brilho verde
Viva São João das matas de Oxóssi
Viva São João!

Quer se apresentar voluntariamente na nossa festa? Preencha o formulário:

https://forms.gle/gUBA64KSwePC4MJe6

PROGRAMAÇÃO

Ingressos aqui

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MEIA

Festa na rua, gratuita!

MAIO, UM MÊS DE GRANDES NOVIDADES.

SARAU DO PORTO – 01/05, 16:20

Já começamos o mês de maio com o pé direito: O Sarau do Porto aporta mais uma vez na Casa. Com apresentação d’A NAVE- Filipe Lorenzo, Talis Castro e Daniel Farias. As participações ficam por conta de Hugo Paz – escritor, poeta e artista visual, Manoela Rodrigues – cantora e Rainha Loulou – Drag Queen. Babado! E o tema desta edição é “Trabalhadores da Cultura, uni-vos!”. Então, venham somar!

Ingressos R$30 inteira R$15 meia – pelo Sympla. Clique aqui pra comprar seu ingresso!

RODA DE CHORO COM ELISA GORITZKI, DUDU REIS, FELIPE GUEDES E SEBASTIAN NOTINI – 05/05, 20h

A Roda de Choro na Casa Preta começa a acontecer na Casa Preta em maio de 2022, com muita alegria. A Roda de Choro será capitaneada por quatro músicos incríveis e experientes: Elisa Goritzki (flauta), Dudu Reis (cavaquinho), Felipe Guedes, (violão 7 cordas) e Sebastian Notini (pandeiro e percussão), que já atuam no cenário musical do choro há muitos anos.

A Roda acontecerá sempre em duas partes: no primeiro momento o grupo apresentará um repertório variado, com choros em arranjos diferenciados, dando uma abordagem contemporânea a este tão importante gênero musical instrumental brasileiro. 

No repertório, além dos choros já conhecidos dos grandes Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, Waldir Azevedo, terá sempre choros baianos, desde músicas mais antigas de Almiro Deodato, Edson 7 Cordas, Cacau do Pandeiro, bem como composições contemporâneas do cavaquinista Dudu Reis, dentre outros.

Num segundo momento, o grupo irá abrir a Roda e convidar os músicos presentes para participarem da roda, uma troca de experiências e diálogos musicais, garantindo de um lado a preservação e de outro a renovação da nossa mais autêntica música instrumental.

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VALOR ÚNICO
PRATO DA CASA – 12/05, 19:30

Comer bem, se divertir e experimentar o sabor das artes. Essa é a proposta de mais um projeto idealizado pela Casa Preta.  Com foco na gastronomia, “Prato da Casa” oferece um “combo harmonizado” que vai da taça de vinho (ou uma boa cerveja, se preferir) à sobremesa, com um delicioso percurso que passa por um pocket show (30 a 40 minutos), já na (deliciosa) entrada, avança para um prato principal e termina com uma sobremesa de dar água na boca. 

A cada mês, uma dupla chefe/artista faz as honras da casa. A cada dia de evento, grupos se formam antecipadamente e (re)faz-se a mágica do encontro. Esses encontros adiados.  Esses encontros aos quais nos desacostumamos, mas que aos poucos e com o cuidado necessário, urgem acontecer.

O primeiro Prato da Casa acontece dia 12 de maio, às 19:30, e traz a Chef Chuca e pocket show de Pedro Morais. As reservas serão feitas exclusivamente pelo whatsapp 71 9 8779 6093.

Ingressos R$140,00

BELLE 22/05, 17h

Distribuindo sorrisos e um bom humor cativante, no dia 22 de maio, a partir das 17h, a Dj Belle mixa a representatividade em seus sets. Traz a essência da black music nas suas pesquisas atuais, além de hinos que não saem da moda, agitando o público de qualquer idade. Na apresentação do domingo, Belle trará uma playlist feminista, com músicas feitas por mulheres pretas, periféricas e artistas da cena independente e alternativa. Convidados: Singa, poetisa; e Heder Novaes, poeta, ator e fotógrafo.

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MEIA
É TUDO NOSSO, É A FESTA DA MISTURA! – 21/05, 18h

Chegando pela primeira vez em Salcity, a banda de rock FAUNA traz pra geral um show calcado na miscigenação dos sons que compõem a musicalidade brasileira. Vai ter Rock, Rap e muito mais. O evento contará com a participação especial da banda Anêmona e do Mc Mutano. 

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VALOR ÚNICO PROMOCIONAL

ABRIL, ABRIU!

Finalmente. Março foi lindo e agora, em abril, a Casa Preta pode dizer que está definitivamente aberta. Voltamos ao presencial. Os cuidados continuam. E tudo tá mudando por aqui. Nosso quintal tá de cara nova: gramadinho, florido e com nosso bar aberto em todos os eventos. O estúdio tá de vento em popa, com Ivo Conceição à frente! Nossa querida Sala Ivana Chastinet segue recebendo shows, peças de teatro, saraus… O terraço e sua linda vista para a Baía de Todos os Santos tem recebido ensaios e oficinas. Mas, sabemos, é um espaço massa pra fazer eventos. Então, quem se habilita em propor algo pra agitarmos esse cantinho tão especial da Casa?

PROGRAMAÇÃO

Sem drama. Em abril, a Casa Preta Espaço de Cultura será desmontada para transformar-se em quilombo musical. Um trocadilho para as duas atrações artísticas presenciais deste mês, o solo experimental “Desmontando a Casa”, da atriz Mariana Freire, numa curta temporada de 21 a 24 de abril, na Sala Ivana Chastinet, e no último dia do mês, 30 de abril, o espaço é remontado para os shows do evento Quilombo Musical, das bandas Mukambu e Favela Atômica, que trarão participações especiais para suas apresentações. Entre respiros e para assistir do sofá de casa e em família, no canal do Youtube da Casa Preta, de 28 a 30 de abril, a obra digital em processo [sem]DRAMA.

DESMONTANDO A CASA – 21 a 24/04

{SEM} DRAMA -28, 20 e 30/04

QUILOMBO MUSICAL -30/04

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MEIA:R$10,00
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INTEIRA:20,00

EM MARÇO, A CASA PRETA TEM UMA PRESENÇA PRA VOCÊ!

Tá rolando essa parada aí de presença na Casa Preta. De boa, com máscara, álcool em gel e apresentação de carteirinha de vacinação! Já tivemos Vanessa Melo e Vírus Carinhoso. Deu bom. E agora é a vez do Sarau do Porto aportar na Casa, dia 20, domingão, às 16:20, com convidados super especiais! Né não? Mais pra frente, tem DJ Belle que traz a essência da black music!

COMPRE SEU INGRESSO:

SARAU DO PORTO

Da brisa de Iemanjá às matas caboclas de Oxóssi e Ossain. Depois de 17 meses sem edição, o Sarau do Porto está de volta. No dia 20 de março, a partir das 16h20, aporta na Casa Preta com a apresentação do trio Nave, composto por Daniel Farias, Filipe Lorenzo e Talis Castro. Nesta edição, contará também com as participações especiais da cantora e atriz Ana Barroso, do diretor musical e compostior Jarbas Bittencourt e da poeta e professora Lívia Natália, além do já tradicional palco aberto, onde o público se inscreve e pode participar com música, dança, poesia, entre outros. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo Sympla, no valor de R$ 20 (vinte reais) e R$10 (dez reais) para quem se apresenta no palco aberto.

Ingressos:

https://www.sympla.com.br/evento/sarau-do-porto-na-casa-preta/1506524

DJ BELLE

Distribuindo sorrisos e um bom humor cativante, no dia 26 de março, a partir das 20h, a Dj Belle mixa a representatividade em seus sets. Traz a essência da black music nas suas pesquisas atuais, além de hinos que não saem da moda, agitando o público de qualquer idade. Na apresentação do domingo, Belle trará uma playlist feminista, com músicas feitas por mulheres pretas e, para fortalecer a noite, convida a cantora e MC Amanda Rosa para apresentar trabalhos como “Por Um Triz”, “A Filha Revolta” e “Oxe Não Se Bote” – canção rap que a levou a vencer o Festival de Música da Educadora FM, como melhor música com letra, sendo a primeira vez que o gênero rap fatura a premiação.

FAZEMOS SUA TRANSMISSÃO AO VIVO

Quer fazer seu show, seu espetáculo de teatro, de dança, sua performance? A gente tá pronto pra transmitir pro mundo todo com uma equipe e equipamentos bem bacanas!

Mande um e-mail para contato.casapreta@gmail.com e faça seu orçamento.

Os shows já apresentados na Casa Preta em nosso projeto A REAL DA LIFE/LIVE podem ser vistos no nosso canal do Youtube (e logo aí abaixo, também) e nossa programação segue com mais 5 shows em outubro, inclusive dedicados ao público infantil. E tem teatro: o espetáculo “O Último Capítulo”, em cartaz neste mês de outubro, às quartas feiras!

CAIAN E RAFAEL FRAGA – 15/08/2020

MAYALE PITANGA – 22/08/2020

CABÔCLO DE COBRE 29/08/2020

OKWEI ODILI – 12/09/2020

VERONAS – 26/09/2020

AGRADECIMENTO

A Casa Preta quer agradecer sua colaboração para “A REAL DA LIF/VE”.

Os recursos da nossa “bilheteria virtual” ajudou a artistas, técnicos e equipe de produção e comunicação. 

Em setembro tem mais! Dia 12/09, às 20h, tem live e life com a cantora e compositora nigeriana Okwei Odili

Convide os amigos, se inscreva no nosso canal e nos siga nas redes sociais. Estamos felizes por ter você por perto, mesmo de longe!

https://linktr.ee/Casapreta

Okwei Odili

Okwei Odili é uma cantora e compositora nigeriana que veio ao Brasil pela primeira vez em 2013 com uma bolsa de música da UNESCO e do Instituto Sacatar em Itaparica. Em seus dois meses no Brasil, ela e alguns brasileiros formou a banda IFA Afrobeat e gravaram juntos um disco IFA Afrobeat + Okwei V Odili. O projeto ganhou a banda o Premio Caymi em 2015 por ‘Melhor Revelação’ e o sucesso inspirou a Okwei a voltar em 2015.  Em 2016 ela e alguns musicos brasileiros montou a banda Aweto. 

Desde a primeira apresentação da banda no festival Latinidades na Brasilia em 2016, Okwei e a banda se tornaram uma das bandas mais amadas de Salvador e uma parte importante da vida noturna no cenário alternativo da cidade. A banda recebeu alguns dos melhores artistas do Brasil e do exterior e atualmente está gravando um disco.

O estilo de Okwei é eclético, mas predominantemente Afrobeat, e World black music incluindo influências brasileiras.

A cantora apresentará o show ‘Amor, Sempre’ com integrantes da sua banda Aweto: Kamile Levek – Guitarra, Marco Oliveira – Baixo e Riam Santos – Batera,  na Casa Preta, no sábado, 12 de setembro, a partir das 20h, e conta com um repertório de canções autorais nos estilos Soul, Afrobeat, Reggae e World music.

Ficha Técnica

Kamile Levek- Guitarra

Marco Oliveira – Baixo 

Riam Santos- Batera, Voz 2

Okwei Odili- Voz, Percussão

PÓS ISOLAMENTO

A Casa Preta quer pensar no futuro e já! Por isso lançamos agora a segunda edição de “Nos Quatro Cantos da Casa”.  Realizado pela primeira vez em março de 2018, o evento àquela época contou com uma programação que incluía exposições, shows, teatro, dança, performance, cortejo percussivo e videoinstalações. Tudo isso num único dia. Mas a próxima edição de “Nos Quatro Cantos da Casa” será o mote da nossa programação pós isolamento, para a gente descontar o tempo que ficamos “na seca”! Vamos fazer (quase) tudo que a gente não fez nesse retiro forçado.  As datas, não sabemos. Ninguém pode saber, não é mesmo?  Mas já temos os “temas” que pretendemos abarcar nesta tão esperada volta!

Os ingressos serão limitados, seguindo as orientações das autoridades para eventos públicos pós quarentena.

Exposição de fotos e/ou exibição de vídeos – “Nossas Janelas

Nosso olhar mudou. Uma das coisas que mais estamos ouvindo é “parece que isso não é real”. Estamos com menos “horizonte externo” e demos um mergulho profundo no nosso “horizonte interno”.  Seja foto, seja vídeo, apresente as imagens que foram capturadas ao longo do isolamento.  Imagens que mostrem o seu olhar poético não apenas através da sua janela, para fora, mas o ambiente fechado de seu apartamento, sua casa, seu quarto, de seus pensamentos: seu olhar para dentro…O olhar criativo, político e ficcional  pela sua lente. Sim, tb vale ficção. Calderón de La Barca disse que “A vida é sonho” e Jorge Luis Borges, “que a realidade é ilusão e que a ficção é o real”. A exposição de fotos(em papel ou digital) ou videos curtos serão expostos/exibidos no foyer da Sala Ivana Chastinet, durante um mês.

Gastronomia – “Jantar Delícias da Quarentena

Muitos de nós aprendemos novos pratos ao longo da quarentena. Seja por meio das receitas amplamente disponibilizadas na rede, seja aquela receita que trocamos dentro de casa, seja pelo nossa intuição. Cozinhar e comer bem (quase sempre com muita criatividade) foi recorrente nestes tempos. É hora de partilhar.  Nos Quatro Cantos da Casa começa com a degustação desses maravilhosos pratos. Escolheremos o cardápio a partir das sugestões de nossos novos chefes de cozinha.

Música – “Outros Sons

A música tem sido a linguagem mais presente nas redes sociais, nas janelas – dos prédios e do windows. As canções mais lindas que surgiram ao longo da quarentena (ou aquelas que vc só teve tempo de ensaiar agora), inéditas, pós lives, solos, duos… Vale aquele show autoral, vale aquela roda de samba, vale um grito pela liberdade, vale aquele clima intimista, vale rock´n roll, vale a melancolia e vale o carnaval. É música? Vale! Instrumental, voz e violão, banda, coral. Proponha!

Performances do Corpo – “Meu Corpo, Minha Régua

Como nosso corpo de comportou com o isolamento? A relação com a casa, com o espaço, o tempo dilatado, as atividades domésticas. As saídas à rua. A relação com os outros corpos de convivência. Sexo. Solidão. O inevitável (re)encontro com seu corpo quando não é possível a interação com muitos outros corpos. A limitação do movimento. As possibilidades de relação corpo/espaço. O corpo como manifesto.

Teatro – “Cenas para o Novo Normal”

Depois desse tempo tão extenso, o que não sairá das cabeças inquietas de dramaturgos(as), diretores(as), atores e atrizes do teatro? Apostamos em muitas ideias potentes para digerirmos esse “período refratário”. Gostaríamos de receber propostas de cenas, de peças, de leituras dramáticas… Todo mundo doido pra voltar à cena, não é, minha filha? E estaremos muito animados para ajudar na produção teatral desse novo normal. O mundo muda, gira, tudo passa: e o teatro fica, sempre!

Como fazer parte da programação?

O primeiro passo é montar essa programação.  E você já pode participar. Depois da programação pronta, vamos tentar buscar recursos.  Oferecemos o espaço, os equipamentos de som e luz (tem coisa nova no pedaço), uma equipe mínima de apoio operacional e nossa alegria em fazer o que fazemos, sempre!

A bilheteria a gente racha! Meiota pra casa, meiota pra vc. Veja o que propomos para cada dia da semana e preencha o formulário, seja você artista, produtor, debatedor, chef de cozinha…

Faça sua proposta através do formulário que pode ser preenchido aqui.

Como comprar ingresso para a programação?

Nos Quatro Cantos da Casa é a nossa forma de nos recuperarmos financeiramente do impacto que tivemos com a quarentena.  Quando nossa programação estiver montada, nos ajude comprando ingressos antecipadamente. A venda será pelo Sympla.

E DURANTE O ISOLAMENTO?

A Real da Live

Colabore com a manutenção da Casa Preta. Dias 15, 22, 20/08 e 05/09, às 20h, tem live com artistas da Casa e parceiros. Escolha seu couvert:

Individual: R$ 12,00

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Pague quanto quiser:

https://app.picpay.com/user/gordoneto

Fique em casa! E se quiser passear um pouco pelo universo artístico dos grupos, artistas e parceiros da Casa Preta, segue uma lista com links para espetáculos, shows, álbuns musicais que a gente disponibilizou gratuitamente aqui pra vocês:

Do Grupo Vilavox

No site do Vilavox, você pode assistir a todos os 9 espetáculos do repertório do grupo, ler nossas 5 revistas virtuais e ouvir nosso álbum musical “Trilhas do Vilavox. Mas, para facilitar, segue abaixo todo esse conteúdo do Vilavox, que desde 2009 ocupa a Casa Preta!

ÁLBUM MUSICAL – TRILHAS DO VILAVOX

Trilhas do Vilavox – Arraial e Vilavox – Produção Musical: Leonardo Bittencourt

1 – Não, Adão! (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Gordo Neto
Música: Jarbas Bittencourt
Voz: Geovana Costa
Coro: Geovana Costa e Marcia Lima
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Bruno Uzeda
Bateria e Percussão e Synths : Leonardo Bittencourt
Piano: Jélber Oliveira

2 – Que eu Ande (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Gordo Neto
Letra e música: Roberto Brito
Voz: Soiane Gomes
Coro: Geovana Costa, Géssica Lima, Gordo Neto e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Bruno Uzeda
Bateria: Leonardo Bittencourt
Percussão: Joker Guiguio, Héverton Didoné e Leonardo Bittencourt

3 – Vão das Vozes (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra e música: Jarbas Bittencourt
Coro: Fred Alvin, Geovana Costa, Gordo Neto, Géssica Lima, Isis Carla e Marcelo Jardim
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Bruno Uzeda
Bateria: Leonardo Bittencourt
Percussão: Héverton Didoné, Joker Guiguio e Leonardo Bittencourt
Teclados: Jélber Oliveira

4 – Hello My Brother (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Gordo Neto e Jarbas Bittencourt
Música: Jarbas Bittencourt
Voz: Andrea Martins
Coro: Geovana Costa, Gordo Neto, Leonardo Bittencourt e Marcia Lima
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Bruno Uzeda
Bateria: Leonardo Bittencourt
Piano e Teclados: Jélber Oliveira
Percussão: Leonardo Bittencourt

5 – Primeiro de Abril (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Gordo Neto e Jarbas Bittencourt /Música: Jarbas Bittencourt
Coro: Geovana Costa, Géssica Lima, Marcelo Jardim e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Leonardo Bittencourt
Teclados: Jélber Oliveira
Percussão: Joker Guiguio e Leonardo Bittencourt

6 – Operação Gaiola (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Gordo Neto e Jarbas Bittencourt
Música: Jarbas Bittencourt
Voz: Pedro Pondé
Coro: Fred Alvin, Géssica Lima, Leonardo Bittencourt e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Leonardo Bittencourt
Bateria: Leonardo Bittencourt

7 – Nome aos Bois II (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Gordo Neto e Jarbas Bittencourt
Música: Jarbas Bittencourt
Voz: Gordo Neto
Coro: Géssica Lima, Gordo Neto, Márcia Lima, Marcelo Jardim e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Leonardo Bittencourt
Bateria: Leonardo Bittencourt
Teclados: Jélber Oliveira

8 – Senhora (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra e música: Jarbas Bittencourt
Voz: Ísis Carla
Coro: Geovana Costa, Géssica Lima, Ísis Carla, Marcelo Jardim, Márcia Lima e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Guitarra: Bruno Uzeda
Bateria: Leonardo Bittencourt
Teclados: Jélber Oliveira
Percussão: Leonardo Bittencourt

9 – Canção de Cila (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra e Música: Gordo Neto
Voz: Márcia Lima
Percussão: Leonardo Bittencourt
Samplers: Leonardo Bittencourt

10 – Darandina (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Jarbas Bittencourt e Gordo Neto
Música: Jarbas Bittencourt
Voz: Joker Guiguio
Coro: Geovanna Costa, Gordo Neto, Joker Guiguio, Leonardo Bittencourt e Márcia Lima
Percussão: Joker Guiguio

11 – Casinha Rosa (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra e Música: Gordo Neto
Voz: Géssica Lima
Coro: Géssica Lima, Gordo Neto, Marcelo Jardim e Roberto Brito
Guitarra: Leonardo Bittencourt
Bateria: Leonardo Bittencourt
Percussão: Joker Guiguio

12 – Sapatinho Azulado (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra e Música: Gordo Neto
Coro: Geovanna Costa, Géssica Lima, Marcelo Jardim, Márcia Lima e Roberto Brito
Teclados: Jélber Oliveira
Percussão: Joker Guiguio e Leonardo Bittencourt
Guitarra: Leonardo Bittencourt

13 – Tudo é assim (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Música e Letra: Gordo Neto
Voz: Claudio Machado
Coro: Fred Alvin, Géssica Lima, Marcelo Jardim, bandolimGordo Neto e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Violão: Leonardo Bittencourt
Bandolim: Peu Souza
Bateria: Leonardo Bittencourt
Percussão: Joker Guiguio e Leonardo Bittencourt
Acordeon: Jélber Oliveira

14 – Todo mundo ou qualquer um (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra e Música: Jarbas Bittencourt
Coro: Fred Alvin, Géssica Lima, Gordo Neto, Isis Carla , Marcelo Jardim e Roberto Brito.
Baixo: Gilmário Bispo
Bateria: Leonardo Bittencourt
Teclados: Jélber Oliveira

15 – Árvore Genealógica (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Marcio Marciano
Música: Jarbas Bittencourt
Voz: Gordo Neto
Coro: Geovanna Costa, Marcelo Jardim e Roberto Brito.
Baixo: Gilmário Bispo
Bateria: Leonardo Bittencourt
Teclados Synths e Piano: Jélber Oliveira
Guitarra: Leonardo Bittencourt

16 – Passaredo Passarinholas (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Música e Letra: Gordo Neto
Voz: Gordo Neto
Coro: Geovanna Costa, Géssica Lima e Roberto Brito
Baixo: Gilmário Bispo
Bateria: Leonardo Bittencourt
Guitarra: Leonardo Bittencourt
Percussão: Joker Guiguio e Leonardo Bittencourt

17 – Panorama (Clique aqui se quiser escutar somente esta faixa)
Letra: Marcio Marciano
Música: Roberto Brito
Voz: Marcia Lima
Coro: Fred Alvin, Géssica Lima, Geovanna Costa, Gordo Neto, Ísis Carla, Joker Guiguio, Marcelo Jardim, Márcia Lima, Roberto Brito e Soiane Gomes.
Teclados: Roberto Brito

ESPETÁCULOS DO VILAVOX

No site do grupo Vilavox, vc encontra mais vídeos, com depoimentos da equipe de criação dos espetáculos.

TRILHAS DO VILA

Primeiro espetáculo do grupo Vilavox, Trilhas do Vila marca o nascimento do grupo, que então se configurava como um coro performático. A montagem fez um resgate das várias trilhas musicais do Teatro Vila Velha, em seus diversos espetáculos ao longo de sua história. O elenco foi montado a partir de uma audição e construído um corpo de atores-cantores.
Explorando recursos como rapel, pernas de pau e outros elementos de extrema teatralidade, o grupo foi construindo, a partir desse espetáculo, sua de identidade. A montagem deu origem a um CD homônimo, que contou com a direção musical de Jarbas Bittencourt e reuniu músicos que tiveram trajetória afinada com o Teatro Vila Velha.

ALMANAQUE DA LUA

Com texto e direção de Gordo Neto, Almanaque da Lua faz um delicioso passeio em torno das histórias, lendas e causos torno da Lua. Criado a partir de uma pesquisa em almanaques e periódicos que traziam curiosidades sobre o satélite, a montagem mergulhou no cancioneiro popular brasileiro, trazendo uma musicalidade marcante e reafirmando a parceria que seguiu para toda trajetória do grupo: a direção musical de Jarbas Bittencourt. Almanaque da Lua marcou a aproximação do grupo como o teatro, que se tornou mais crescente nas montagens posteriores.

PRIMEIRO DE ABRIL

Primeiro de Abril traz à tona alguns aspectos da história da ditadura militar no Brasil. Privilegiando a “história como atriz principal”, a peça pontua acontecimentos marcantes de todo o processo que culminou com o golpe, bem como suas conseqüências, passando pelos atos institucionais, pela violência da tortura e pelos posteriores golpes “irmãos” em outros paises da América Latina. Mesmo com forte didatismo, a peça propõe uma experiência estética singular, pois a banda ao vivo, a música original de Jarbas Bittencourt, os 15 atores em cena, um cenário que traz um cilindro de água com 2 metros de altura e as coreografias, assinadas por Lauana Vilaronga, fazem do espetáculo um musical diferente e politizado.

CANTEIROS DE ROSA

O universo, os personagens e a palavra rica de Guimarães Rosa ocupam a cena com os espetáculos Canteiros de Rosa – uma homenagem a Guimarães, que percorre o universo autor mineiro através da encenação de contos do livro Primeiras Histórias (Sôroco, sua mãe e sua filha, Darandina e A menina de lá). A peça contou com direção de Jacyan Castilho e texto de Gordo Neto.
A obra de Guimarães Rosa prima por encenar os dramas demasiadamente humanos: loucura, solidão, amor, morte, vida, família, pecado, culpa, alegria, saudade, tempo, misticismo, religião, medo, ódio, devastação, marginalidade. A montagem coloca em cena a musicalidade natural da linguagem do escritor, em um cenário ousado, elaborado com andaimes de construção. Canteiros de obras ocupam o espaço, onde ocorre toda movimentação cênica. Canteiros de trabalho onde a palavra de Guimarães é experimentada na cena, resgatando elementos de sua literatura e de seu estilo: são realçados os elementos musicais de sua linguagem, o ritmo, as quebras, os silêncios.

LABIRINTOS

Numa releitura dos mitos gregos, a montagem Labirintos contou com a direção de Patrick Campell, que propôs um mergulho nas histórias de Teseu, Minotauro e Pasifae. A montagem trouxe outra marca do grupo que é a dramaturgia escrita coletivamente, compreendendo como texto não somente a palavra, mas toda textura de elementos que compõem a cena (musicalidade, cenografia, sentidos, figurinos, iluminação e a opcão pela exploração de elementos de espetacularidade). Movimento, canto, técnicas circenses, vôos, sonoridades ajudaram a contar essas histórias, que teve temporada única em 2008.
Os três mitos escolhidos têm em comum a relação direta com a construção do labirinto no qual está encarcerado a figura do Minotauro, metade homem, metade touro. As histórias se encontram nesse espaço arquetípico, que remonta o desconhecido, o inconsciente e tantas relações a serem criadas a partir da mitologia. Mais do que contar as histórias, o espetáculo se propõe a recriar esse labirinto, utilizando o espaço do Passeio Público e do próprio teatro Vila Velha. O público, mais do que um espectador passivo, será uma peça desse próprio ambiente cenográfico. Ao conhecer os segredos e facetas dos personagens, também será possível desvendar as faces pouco vistas do teatro, tudo aquilo que não é palco e que nem sempre está sob os holofotes.

O SEGREDO DA AERCA DE TRANCOSO

Inspirado no universo dos contos orais brasileiros, o espetáculo utiliza técnicas de perna de pau, máscaras e músicas originais para contar a história de um menino encarregado de levar uma arca de madeira até um local muito distante. Logo ele descobre que a tal arca, espécie de baú, parece ter o poder de transformar a vida de todos os que tentam saber o que ela contém. Numa sucessão de surpresas, mulheres e homens com toda sorte de intenções, animais falantes e criaturas fantásticas surgem no meio do caminho do menino tentando tomar posse da arca – o que demonstra ser aquele estranho objeto muito mais poderoso do que se possa imaginar.

O CASTELO DA TORRE

Resultado de uma longa pesquisa sobre a história da família Garcia D´Ávila, grande latifundiária desde os tempos da colônia que atravessou a história da Bahia e do Brasil com grande concentração de poder econômico, político e militar e construiu a maior edificação colonial, ainda hoje com suas ruínas preservadas na Praia do Forte, a peça, com texto desenvolvido pelo grupo Vilavox em processo colaborativo e redação final do dramaturgo e diretor Marcio Marciano, prioriza dar voz aos negros e índios, buscando mostrar uma visão dos oprimidos durante o processo histórico da formação de nossa sociedade.
Paredes, portas, janelas, escadas e cômodos de uma casa contam a história, assim como a voz dos oprimidos e mesmo cenas em que aparecem alguns dos personagens da família Garcia D´Ávila formam uma composição cênica bastante híbrida, com passagens profundamente dramáticas, grandes coros, cenas individuais, em duplas,cenas cômicas e solos musicais.

PASSAREDO PASSARINHOLAS

Inspirado nas narrativas populares dos griots, “Passaredo, Passarinholas” é um espetáculo de contação de histórias com direção de Diana Ramos, que utiliza elementos do universo infantil resinificando os brinquedos populares para dar teatralidade aos contos. Explica a origem das coisas segundo a ancestralidade das tradições orais. Passaredo reúne três contos que tem histórias de pássaros como mote principal. O primeiro, de domínio público africano, “O Pássaro-escrivão” conta do surgimento do primeiro contador de histórias e de como as histórias ouvidas tornaram-se histórias escritas. O segundo “O Roubo do Fogo”, recolhido da oralidade indígena por Daniel Munduruku relata como os homens antigamente roubaram o fogo dos urubus e tem como herói o menor de todos os guerreiros, por último “A Menina e o Pássaro Encantado” de Rubem Alves narra a amizade entre uma menina e seu pássaro revelando a importância do respeito e da liberdade.

MEDEIA NEGRA

Este espetáculo ainda está em cartaz. Abaixo, um pequeno trecho.

O espetáculo solo traz à cena a invisibilidade e exclusão da mulher negra na estrutura social, que privilegia e mantém o poder em determinada classe e gênero. A peça aborda questões fundamentais do universo feminino como maternidade, solidão, identidade, amor, racismo, identidade de gênero, aborto e religião. A plateia, a partir da sua disposição espacial, é colocada frente a frente para se ver diante de questões como gênero, raça e classe. Ao longo da encenação a personagem compartilha suas reflexões sobre passado, presente e futuro junto ao público.  O mesmo mito contado agora a partir de um olhar feminino e negro, carregado de um canto forte e rasgado, inspirado no jazz, blues, hip hop e acalantos africanos que propõem esteticamente um caminho atemporal para o grito de Medeia.

TRILHAS DO VILAVOX

A celebração do encontro da música com o teatro, resgatando canções do repertório dos espetáculos do Vilavox, compostas por Jarbas Bittencourt, Gordo Neto, Roberto Brito dos Santos e Marcio Marciano. Um show multimídia, que mistura “memória, sangue, suor e teimosia”, com direção musical de Leonardo Bittencourt, convidados e ex integrantes do grupo – entre músicos e cantores – cantam e tocam ao vivo, acompanhados por bases eletrônicas, ambientados por imagens em vídeo com cenografia de Ana Kalil e figurino de Rino Carvalho, que resgatam elementos dos espetáculos do repertório do grupo. O show passeia pelas memórias musicais do Vilavox e desemboca no Álbum Trilhas do Vilavox.

REVISTAS DIGITAIS VOX DA CENA

No site do grupo Vilavox, vc encontra todas as revistas Vox da Cena podem ser lidas “como livros”. Veja abaixo os temas abordados em cada uma delas, e boa leitura!

  • Revista Vox da Cena #1 – Musica e Musicalidade no Espetáculo Teatral
  • Revista Vox da Cena #2 – Teatro de Grupo – Espaço Público, Rua, Modos de Produção e Criação
  • Revista Vox da Cena #3 – Teatro de Grupo da Bahia
  • Revista Vox da Cena #4 – Grupo Vilavox 15 Anos
  • Revista Vox da Cena #5 – Medeia Negra
  • Revista Vox da Cena #6, – Teatro, Música e Voz. Diferentemente das revistas anteriores, não foi publicada em papel, mas seu texto também pode ser lido no site do grupo.
  • Programa do espetáculo O Segredo da Arca de Trancoso/Formato Revista

Do Aldeia Coletivo

ESPETÁCULOS DO ALDEIA COLETIVO

Kanzuá, Nossa Casa

Kanzuá, Nossa Casa

Ybytu-Emi, É Show na Aldeia!

Ybytu-Emi, É Show na Aldeia!

Ybytu-Emi, Nzinga

Ybytu-Emi, Nzinga

Do Caboclo de Cobre

Pensada Violenta
Nação


Redução da Favela

Bicho Solto
Sim Sim, Não Não
Brasileiro
Bala
Tambor

De Mayale

Aprender
Mais em https://www.youtube.com/channel/UCczC2hMYcYhqdQWogTlRsbg

De Issa

Anunciação
Mais em:

De artistas parceiros

Em uma cidade destruída por um bombardeio, o exército vencedor vem tomar posse do território, mas para sua surpresa descobre que há sobreviventes: um grupo de crianças, órfãs de guerra, entrincheirou-se em um casarão em ruínas, decidido a resistir por seu país, sua cultura, suas memórias.
O espetáculo é resultado da Oficina de Teatro de Rua realizada através da parceria entre o Movimento Nosso Bairro é Dois de Julho, Colégio Estadual Ypiranga, Casa Preta, Grupo Vilavox e Articulação do Centro Antigo de Salvador, com apoio financeiro do Ministério Público do Estado da Bahia.

MODUPÉ PRODUTORA

O CASO DE ESTER (2012, 19MIN, FIC)
Roteiro e Direção: Susan Kalik e Thiago Gomes.
Caso de Ester trará à tona a vida urbana soteropolitana, numa trama que tem por base os gêneros da tragicomédia e do romance. Marcos é um quarentão, aspirante a escritor que se apaixona por Ester, uma bela jovem que vive sob as rédeas de seu padrasto; personagens que bem poderiam ser nossos vizinhos de apartamento, vivendo uma história de proporções desconcertantes.